“Quem propõe mudanças radicais hoje é a direita: destruir o Banco Central, dolarizar, destruir a educação e a saúde pública como as conhecemos”, enumera o cientista político Diego Villanueva, diretor da Ágora Consultores, que realizou a pesquisa. Essa associação da direita a mudanças não se restringe apenas ao contexto brasileiro – também é ouvida em outros países da região, como a Argentina de Javier Milei ou o Equador de Daniel Noboa. […]"



Acho que é o sentimento de cansaço e raiva já conhecido na população.
Para essas pessoas, só existem duas formas de melhorar de vida: sair do Brasil e ir morar num país de primeiro mundo, ou destruir completamente o governo.
Sobre a primeira opção, não tenho muito o que comentar. Se forem para os EUA, há grande chances de serem deportados. Se forem para algum país Europeu, há chances de sofrerem preconceito, tendo em vista que ele aumentou bastante em Portugal.
Sobre a segunda opção, eu noto que vários Brasileiros falham em englobar os super ricos como causadores dos problemas, então toda a culpa para eles para eles é o governo, e mais nada. Se um multimilionário diz “esse governo é muito safado, precisamos pagar menos imposto”, a população termina concordando por achar que o multimilionário é alguém que nem eles, por dizer algo que essa população pensa.
Enfim, a terceira opção escondida seria a nossa união, nos mantermos educados e informados, lutarmos para que o estado nos sirva ao invés de servir a elite. O trabalho em cima disso é gigante, mas o importante é nunca desistir.